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Combinei com um comedor para foder minha noiva na casa dele

Olá amigos do Budega do Sexo, sou o Eduardo do conto “Arrumei um negão comedor para minha namorada” e venho contar mais uma das minhas fantasias realizadas com a minha noiva Juliana, isso mesmo, elevamos o nosso relacionamento para outro nível.

Após realizar a nossa fantasia com o primeiro ménage dela, demos um tempo com os nossos desejos e passamos nos ocupar com outras coisas. Mas sempre em nossas transas fantasiávamos com o negão comedor dela. Tentei marcar o segundo ménage dela, mas nunca dava certo por fatores provenientes do nosso lado.

Passados alguns meses, entrei numa sala de bate-papo da região em busca de mais amizades para nós. Tive a sorte de teclar com Celso (nome fictício), um policial civil de 34 anos recém separado que estava se adaptando a morar sozinho. Passei a mostrar fotos dela pra ele que sempre me parabenizava pela sorte de ter uma mulher espetáculo. Então, conversa vai, conversa vem, ele confidenciou que teve algumas experiências com esposas de amigos (uns sabendo e outros não). Então pedi o número do whatsapp dele para irmos amadurecendo a ideia dele foder a minha noivinha Juliana.

Passados uns dias, nada contei para minha noiva, pois na correria do dia a dia dela, ela mal parava pra pensar em sexo. Escondido, sempre conversava com o meu amigo Celso, isso mesmo já tava super intimo do futuro comedor dela. Então tive a ideia de bolar um plano meio complicado de dar certo. O plano era o seguinte: como arranho um pouco de informática, então iria dar uma ajeitada no computador do Celso levando minha noiva comigo, sendo que seria um momento antes de eu e Juliana sairmos para algum lugar que sempre costumamos sair, barzinho, pizzaria ou restaurante, e chegando na casa dele, Celso teria que ser bem estratégico para conseguir alcançar o êxito de deixar ela louquinha de vontade de dar pra ele. Combinei alguns detalhes que somaram as ideias dele e marquei para um sábado a noite.

No outro dia após a combinação do plano mirabolante com Celso, combinei com Juliana de irmos dar uma boa trepada no motel que sempre gostamos de ir no sábado, ela concordou e disse que tava doida por pica, quando ela fala assim é porque está se referindo a minha, mas qualquer entendedor poderá deduzir que ele poderá querer mais de uma (rsrsrsrs).

Um dia antes do dia combinado ela me mostrou o resultado da depilação que sempre deixa a bucetinha dela bem raspadinha e de quebra também me concedeu o prazer de ver uma nova calcinha fio dental que tem a parte da xota aberta, prontinha pra levar rola. Pensei na hora, vai dar mesmo certo ela com essa calcinha (rsrsrsrs).

Chegado o esperado sábado, já era por volta das 19h e tinha combinado com Juliana que iria busca-la as 20h. Então repassei o plano com Celso e disse que chegaria em alguns minutos. Ficou tudo combinado e fui buscar minha noiva gostosa. Quando ela saiu de casa estava com vestidinho preto na altura do meio das coxas dela e um salto alto preto. Ela estava muito tentadora prontinha pro abate. Mal sabia ela do que estava para acontecer. Ela entrou no carro, nos beijamos e questionei porque tanta exuberância, então ela disse: você merece, já faz um tempo que a gente não trepa e vou fazer umas provocações para você. Fiquei louco de tesão e meu pau tava querendo rasgar a cueca e calça que estava usando. Coloquei a mão no meio das pernas dela e ela tava usando a calcinha com a abertura na frente e já estava com a bucetinha molhada, então falei: hummm, como você está safada hoje. Ela riu e disse: é pra você meu safado gostoso.

Continuei dirigindo e de repente meu celular toca, era o Celso já colocando o plano em prática. Atendi e combinei que dava uma passada rápida pra ver o que poderia ter sido a pane no seu computador. Perguntei pra Juliana se teria problema e ela concordou que não ia atrapalhar a nossa suposta trepada.

Como a casa do Celso era no caminho do motel que estávamos indo em pouco tempo já estava lá tocando a campainha com Juliana do meu lado. Celso abriu a porta ele estava só com um shorte, daqueles de time de futebol, que é curto e fino. Celso era um cara moreno claro, olhos e cabelos pretos com 1,83 de altura, meio sarado e ele tinha me dito ter 19cm de pau. Mas no shorte que ele tava o bicho parecia ser bem maior. O shorte tava volumoso e percebi minha noiva de olho nele após eu apresentar ela a ele e enquanto entravamos para sala onde o computador de Celso ficava.

Celso ia na frente e eu e Juliana logo atrás, quando avisto o computador dele, já vejo o que tínhamos combinado, estava passando vídeo pornô no momento em que dois caras faziam um dp na mulher. Olhei pra Juliana e ela ficou com um ar de assustada e sem graça enquanto Celso estava fechando o vídeo se desculpando por aquilo. A sala onde o computador estava era pequena e tinha um sofá de frente a ele, uma estante com a tv ao lado e uma poltrona do outro lado da mesa do computador dele. Sentei no sofá com Juliana que estava abismada com a cena que ela viu e já estava assimilando o que estava para acontecer, olhei pra ela e ri meio sem jeito e ela correspondeu do mesmo jeito.

Então Celso abriu o programa que estava sem funcionar direito em seu computador. Então fui até ele que me cedeu a cadeira para tentar achar uma solução pro problema. Celso sentou na poltrona e começou a pedir desculpa a minha noiva sobre o inconveniente do vídeo, ele explicou que estava separado há quase um ano e que curtia muito o sexo a três pois já tinha tido algumas experiências bacanas e Juliana só escutando o que ele falava, até que ele começou a perguntar sobre o relacionamento dela comigo. Ela só falou que estávamos a um bom tempo juntos e me amava muito, nisso ela se levantou e foi me dar um beijo e ficar ao meu lado enquanto terminava de reinstalar o programa que estava dando problema.

Celso se retirou dizendo que ia tomar um banho rápido que eu e Juliana ficássemos a vontade. Só foi ele sair que Juliana me perguntou se eu a tinha levado para ser comida por Celso. Eu confirmei e ela perguntou: é isso que você quer? não vai achar ruim?, então disse: sem problemas minha putinha safada que amo, e passei a mão na bucetinha dela e senti a liga da baba do tesão dela. Então disse: senta no sofá e vamos ver o desenrolar disso. Só foi ela sentar que Celso reapareceu do banho enrolado com uma toalha e falando: que cabeça a minha, recebo visitas e num ofereço nem um copo de água, vocês querem uma água ou até quem sabe beber algo? Juliana ficou uma cara de desconfiada olhando para Celso só de toalha e enxugando os cabelos com outra no meio da sala e seu pau fazendo volume por baixo da toalha.

Virei para Juliana no sofá e respondi a Celso que queríamos água, então ele foi pegar na geladeira passando por Juliana que viu o volume do pau dele na toalha e olhou pra mim e falou de forma labial: ele tá de pau duro!, e eu só balancei a cabeça dizendo que sim. De repente chega Celso do lado da minha noiva com uma bandeja na mão com uma taça de vinho e duas cervejas com uma gravatinha borboleta de garçom gogoboy e totalmente nu com o pau duro.

Quando ela olhou pro lado e viu o pau dele quase na cara dela, pegou o copo de vinho tomou um gole, olhou pra ele e disse: gostei da gravatinha!, Celso falou: só da gravatinha Juju?, e ela: do seu pau também, é maior e mais grosso do que o do meu noivo corninho!, e deu um beijinho na cabeça, passou a linguinha e abocanhou. Celso deu um suspiro de tesão e disse: nossa amigo Eduardo, bem que você disse que ela tinha uma boquinha de veludo. Me levantei, peguei a bandeja da mão dele, coloquei no chão e tirei minha calça e cueca, ficando nu como o Celso.

Juliana a cada chupada tomava um gole da taça de vinho. Então Celso colocava ela pra engolir o cacete dele todo até ela engasgar. Até que o vinho da taça acabou, então fiquei do lado de Celso para ela se dividir entre nossos dois paus. Ela chupava um pouco um e depois o outro e os dois ao mesmo tempo sem caber na boquinha dela. Celso levantou ela e começou a levantar o vestidinho preto dela, até tirá-lo e deixar ela só de calcinha e sutiã. Quando ele viu a calcinha dela aberta na frente disse: que calcinha de puta em Juliana. Ela respondeu: sou a putinha safada do meu corninho, né corninho?. Balancei a cabeça dizendo que era e fiquei vendo ele tirando os seios dela do sutiã e chupando com muita vontade, deixando os mamilos durinhos enquanto ela o punhetava com intensidade.

Celso passou a beijar Juliana dando uns amassos e roçando o pau na frente da bucetinha dela. Ele segurava as nádegas dela com intensidade abria a bunda dela e soltava. Ela gemia a cada apertão que ele dava. Um a cena muito bonita de se ver. Passaram uns cinco minutos nesses amassos, gemidos e suspiros. Até que ela senta no sofá e ele levanta as pernas dela, deixando-a como uma franguinha assada e passa a dar lambidas e chupadas na bucetinha dela e dizendo: que buceta deliciosa, que baba suculenta. Ela gemia alto de tesão, então ele afastou um pouco o fio e começou a lamber o cuzinho dela deixando todo molhadinho e disse: pisca esse cuzinho, que eu sei que é quase virgem. Ela gemeu e disse: é safado, lambe ele, que pode ser que você tire a quase virgindade dele.

Celso lambuzou muito o cuzinho de Juliana e passou levar a baba com a língua do cuzinho para a buceta e da buceta para o cuzinho. Deslizava a língua para cima e para baixo. Após uns minutos fazendo isso, ele se levantou e disse, vem amigo ver de perto o que você queria que eu fizesse com ela. Peguei o celular pra tirar fotos do que ele ia aprontar. Celso pegou o pau e começou a esfregar em cima da bucetinha de Juliana, ela gemia e mordia os lábios de tesão. Tirei algumas fotos e ela pediu: mete essa pica na minha buceta!

Celso olho pra mim e perguntou: posso?, então eu disse: deve! E ele foi metendo devagarzinho e dizendo: que buceta quente e gostosa, que tesão! Socou o pau todo e eu perguntei para Juliana: é gostoso o pau dele?, ela disse: é sim, maior e mais grosso que o seu, mete safado na buceta da puta! Então ele começou a meter com mais força e ela dava gritinhos de tesão a cada estocada. Dava para perceber o gozo branco de bucetinha dela no pau dele. Ele tirou o pau e ficou metendo e tirando só a cabeça da pica na bucetinha dela, que gemia e dizia: “aí safado pauzudo!”.

Juliana olhou pra mim e disse: “trás teu pau aqui corninho, quero ocupar minha boquinha!”. Obedeci e ela começou sugando a baba que tava nele com todo tesão que eu tava vendo aquela cena. Celso puxou uma perna dela e fez ela ficar de lado e começou a foder com intensidade a bucetinha da minha putinha e passou a dar tapas nas nádegas da minha noiva, que já estavam ficando vermelhas com as marcas das mãos dele. Juliana gemia muito, até que tirou meu pau da boca e disse: “vai comedor safado acaricia meu cuzinho enquanto fode minha bucetinha!”. Celso deu um sorriso e passou a mão na boca dele colhendo saliva e molhou o rabinho da minha putinha e começou a acariciar o cuzinho dela que piscava muito. Celso malandramente metia parte do dedo do meio e tirava e dizia: “que cuzinho arrochado safada!”. E ela: “é sim safado!”. Ele: “vou fazer ele se abrir pra mim!”.

Celso tirou o pau da bucetinha dela, se abaixou e começou a lamber o cuzinho dela enfiando um dedo e tirando rapidamente. E dizendo: “vai safada, pisca esse cuzinho agora por que depois que eu arrombá-lo você não conseguirá mais fazer isso!”. Juliana só piscava o cuzinho e gemia. Celso levantou e começou a roçar a cabeça do pau na portinha do cuzinho até que conseguiu entrar. Juliana deu um gritinho e suspirou, então Celso tirou e lubrificou mais ainda com saliva e foi roçando e metendo novamente o pau todo, quando entrou todo ele disse: “tá vendo putinha safada, tirei a quase virgindade do seu cuzinho!”, ela respondeu: “aí safado, nem tá doendo e tá muito gostoso, bomba no meu cuzinho pro meu corninho ver!”.

Celso começou a bombar e passou um bom tempo no vai e vem metendo a rola no cuzinho da minha noiva safada até que ele passou a mão na bucetinha dela que estava encharcada de tesão e disse: “amigo, venha aproveitar pra degustar esse mel precioso!”. Então obedeci e fui para debaixo de Juliana e ficamos em “69” enquanto o amigo comedor metia no seu cuzinho. Passei a chupar sua buceta suculenta sugar todo o melzinho dela e passava a língua em movimentos rápido no seu clitóris. Ela começou a chupar meu pau a gemer alto, como sempre faz antes de gozar e Celso dizendo: “vai amigo corno, chupa o grelinho dela que ela tá dando umas apertadas no meu pau com esse cuzinho maravilhoso!”.

Foi aí que Juliana começou a falar alto avisando que ia gozar, Celso: “vai Juliana goza na boca do teu corninho safado!”. Quando ele fechou a boca ela começou a gritar e se tremular toda e sussurrando: “tou gozando safados!”. No mesmo instante Celso a gozar dentro do cuzinho de Juliana, não deu tempo sair debaixo dela e quando ele tirou o pau do rabinho dela veio toda a porra na minha cara. Celso: “desculpa amigo, não deu pra segurar, se quiser sentir o gosto da minha porra, não tem problema, fique à vontade!” e saiu para o banheiro dando risada, enquanto o cuzinho da minha safada piscava e soltava o resto da porra dele e escorria até cair na minha cara. Alguns segundos passados, Juliana se levanta e vem me beijar e limpar a porra do macho dela que estava na minha cara e debochando: “gostou meu corninho manso?”, eu: “sim, minha safada tira essa porra da minha cara!”. A cada lambida e engolida de porra ela me beijava para eu sentir um pouco do gosto da sua saliva com a porra de Celso. Quando ela acabou foi agachar socando o meu pau no seu cuzinho melado. Passando a galopar e dizendo: “vai meu corno safado! enche meu cu de porra que vou dar pra ele comer meu cuzinho melado com tua porra lá no banheiro enquanto tomamos banho!”.

Só foi ela terminar de falar que meu pau começou soltar muitos jatos de porra dentro do cuzinho dela. Ela olhando pra mim dando um sorriso de safada satisfeita disse: “obrigada!”, e deu um tapinha no meu rosto, se levantou e foi em direção ao banheiro. E…

… o resto dessa história vou contar numa parte 2. Aguarde!!!



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